Introdução a Constelação Familiar de Bert Hellinger

bert hellinger

A justiça e o SUS tem utilizado a Constelação Familiar, a vida do criador da técnica é controversa e por isso existem muitas críticas que não separam a pessoa dos fatos desenvolvidos em sua técnica. 

Também existe muita análise deturpada de procedimentos da Constelação Familiar, mas como qualquer outra técnica que apresentei aqui no portal eu posso afirmar que quando bem aplicada é enriquecedora.

Alemão e fundador do sistema de constelação familiar, Hellinger trouxe até então

o que seria uma novidade nesse contexto, a ideia de conexão entre um indivíduo e outros. 

Sobre essa teoria que ficou conhecida como Ordens Básicas de Vida,

nomeadas por ele “Ordens de Amor”.


Essa base de Hellinger tinha 3 leis

1 - o amor (pertencimento) que rege os relacionamentos humanos

Quando alguém é esquecido ou excluído nega-se a pertinência no sistema familiar

e isso gera uma demanda de tentar se restabelecer irresistível para compensar

essa então considerada injustiça cometida.

2 - o equilíbrio entre dar e receber

Traz a necessidade de manter o equilíbrio entre dar e receber nas relações,

quase que como uma dívida.

3 - a ordem hierárquica das coisas e relações

A terceira lei diz que quem chegou antes está num ponto mais elevado que

o anterior (a nível de hierarquia).

Acima de tudo, essa é uma ordem de precedência, não de importância de amor.

Essas leis, mesmo que não ditas permeiam todas as relações

humanas de caráter pessoal.


O método de constelação familiar traz uma representação gráfica a essas relações,

onde as pessoas são colocadas em forma de gráfico no espaço e esse

posicionamento e diálogo entre as relações explica a história das pessoas

dos fracassos ao sucesso.


Eu particularmente misturo técnicas de constelação familiar e psicodrama,

considero as vivências bem enriquecedoras.

Postar um comentário

0 Comentários